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Pilar Casagrande [Cnsul - Rio Claro-SP]
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
DOR ALHEIA

Que seja intensa a tua dor imaginria,
Que lateje em todas as fendas da tua alma,
Que te de a cor lvida dos flagelados e encha
O teu crebro de escurido, como uma noite total.

Que ela seja o horror do teu suplcio,
A prova da tua resistncia,
O herosmo do teu gesto alucinante,
Ainda, assim, no sabers avaliar a dor alheia.

Que a tua dor imaginria
Seja a expresso do irremedivel,
Seja a dormncia da tua sensibilidade
Seja a humilhao atroz de todos os teus desejos,
Ainda, assim, no sabers avaliar a dor alheia.

Quando, porm, sentires o que os outros j sentiram,
Aquela dor viva, aquela dor real, aquela que sanifica.
A dor em que se bebe, trmulo, gota a gota,
A essncia humana da derrota e do aniquilamento,
A, sim, meu irmo, sabers avaliar a dor alheia.

CATIVO

Num despeito cruel enfezado e terrvel
Diante da irradiao da beleza suprema,
O homem v denegrida a alvura do seu poema
O poema de um amor veemente e incompreensvel.

Sedento de carinho e preso numa algema,
De tntalo recorda o sofrimento horrvel,
E, raivoso e descrente em face do invencvel,
Ergue os olhos ao cu e estorce e blasfema.

E assim, por essa vida amarga de ansiedade,
Ele vive a falar, num profundo suspiro,
Que as almas feminis so feitas de impiedade.

E, entretanto, meu Deus, o homem sempre de rastros,
Em torno da mulher anda a fazer seu giro,
Como em torno do sol vivem girando os astros.

TEUS CABELOS

Estes cabelos teus que tu me deste
E que eu guardo com mximo cuidado,
So lembranas do afeto que tivestePelo meu pobre ser desventurado.

Inda hoje h neles o perfume agreste,
O aroma suave, o aroma delicado,
Que costumava por em tua veste
Nos tempos em que eu era o teu amado...

s vezes, quando cheio de desgosto,
Repouso neles os meus olhos; sinto,
Sinto o pranto correr-me pelo rosto...

Pois que, chorando assim em teus desvelos,
Revejo todo o nosso amor extinto,
Nestes negros anis dos teus cabelos.

biografia:

PILAR Reynes da Silva CASAGRANDE
, 51 anos [14-07-54] casada, scia da CAPI [representaes comerciais], meu escritrio aqui em casa e fico on line durante todo o dia.
Por esse motivo, nas horas vagas, participo ativamente das cirandas da internet.

Fui sempre leitora voraz, mas fui escritora de gaveta at 1997 quando participei de um concurso literrio e me convidaram para fazer parte de um grupo de escritores, o CLIRC -
Centro Literrio Rio Claro, do qual sou presidente h dois anos.

Sou colaboradora do jornal Diri Rio Claro desde de 1997 [crnicas], em 1999 comecei a escrever poesias. Participei de dois concursos e ganhei os dois [sorte de iniciante], da pra frente participei de inmeros concursos nacionais e internacionais e fui premiada em alguns. Participei de vrias antologias no Brasil e duas na Itlia. Sou tambm Acadmica Praeclarus do Clube de Escritores Piracicaba.

Desde que assumi a presidncia do CLIRC, ns os escritores, passamos tambm a fazer o trabalho de Atores Sociais [rede social do SENAC]: ensinamos poesia, literatura no Centro de Ressocializao Feminino de Rio Claro [cadeia]. J tivemos trs reeducandas premiadas em concursos de poesias.

Tambm realizamos workshops de poesia, literatura, folclore, incentivo a leitura atravs de contar histria e fazer livros com recortes em entidades sociais que atendem crianas, jovens e adultos carentes.

Tenho 4 ebooks: AS PIRAES, FELI[Z] CIDADE AZUL, S LETRANDO SOLIDO, DIRIO CRNICAS. Esto no

http://www.pilarcasagrande.ebooknet.com.br

 

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