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Alberto Saraiva
Nacionalidad:
Brasil
E-mail:
Biografia
A tua presena
Nossos e-mails foram e vieram
Resposta da resposta, da resposta, da resposta,
Coisas postas e repostas, paixes
Nunca transpostas.

Vidas a se perder
Em absurda, mortal aposta.

O presente chega
E me traz o passado
De um futuro que nunca vir
Na tua ausncia.

Sem a tua pele, durmo
o sono dos tristes.
Sonhar? J no me dado.
Pesados pesadelos, jogo da vida real

Acordo, sinto que ests aqui
Em algum lugar da casa, e te procuro
Mas vejo que fizestes mais que ir embora:
Fostes para no mais voltar.

Queria tanto que o fizesses...
Que aqui voltasses, s para veres
O quanto que eu cuidei da tua presena

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A woman, a dream

What do you look like, city angel, citizen of the world?
I do not know.
I know few but that it rules my visions and dreams, making no one have
face until I have yours.

What do you smell like, camp flowers of my soul, sunflower of a new day?

I do not know.
I just know it is good, sweet when you're sweet, sour when you are
enraged, honest and true, always.

What does your bed look like, Santiago of my path, Mecca of my
pilgrimage?
Only do I know you rule over her, your are accomplice of the sheets
which hide from me your body and where you rest your head over a pillow
rather than my shoulder.

What do your breasts look like, mountains of pleasure, valley where I am
invited to be lost?
I do not know.
I wish only to hear your voice echoing in my ear, telling me your
desires, that you are mine.

What does your hair feel like, unreachable pubis, trimming thghs..
I do not know.
I only know I once dreamt of a moist vitality which you will invite me
with at your door.

What does your body look like, woman of the stars, goddess which makes
of me a monotheist?
I do not know.
I know anywhere, which is not though inside of you is too far from me.

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Complexo
Em letras, volto a procurar
A ti, mulher de letras
De no poucas letras,
de todas as letras
Que eu gostaria de poder juntar,
Genuflexo,

Em palavras, meu nico canto
Logo elas, que no te socorrem
Porque muito antes te ocorrem
E me fazem pasmo ante tanto
Nexo

Em frases que impedem a passagem
Dos sem letras,
dos sem tino, dos sem voz
Dos monocrdicos,
dos cheios de ns
Dos que tm uma nica linguagem:
Sexo.

Em oraes, deuses a profanar,
Que por certo cultuas,
no sem antes
Ouvir os do crebro que, vigilantes,
fazem dali a nica via para seu solar
Plexo.

Em perodos qe produzo,
baiano recncavo
Tento te alcanar,
quando muito, te persigo.
Mas no sei o que acontece comigo
Porque quando pensas me encontrar cncavo,
Convexo.

Em prosa, rpido teclar,
Me permitiste chegar e, generosa,
Um certo cuidado te fez,
mais vagarosa,
Tecer loas e dizer coisas de me deixar
Perplexo.

Em versos,
tento lhe dizer o que penso,
O que fao, o que sonho,
o que tento.
E, competente no meu intento
Sinto como bom ser parte do teu imenso
Reflexo.

biografia:

Sou um arquiteto que gosta de escrever.
Tenho um romance publicado [Os Filhos do Vento], vrias crnicas publicadas em jornais de Salvador [Bahia] e So Paulo, fao parte de um grupo de poetas [www.lunaeamigos.com.br] e exero outras atividades culturais.
Escrever, poetar, ler, desenhar... h sempre muito que fazer quando se quer pr a alma no que se faz.

alberto.ssa@gmail.com

 

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